sexta-feira, 27 de abril de 2012

Judeus estão cada vez mais próximos de Jesus

Percepção atual é diferente da tendência histórica de ignorar quem Ele foi


Judeus estão cada vez mais próximos de Jesus
O colunista do site da rede CNN relatou que um número crescente de judeus estão reivindicando Jesus como um personagem importante da história de seu país.

O jornalista Richard Allen Greene escreveu em seu blog na CNN.com : “No ano passado, uma série de autores judeus, incluindo populares, acadêmico e rabínicos, enfatizaram que os judeus deveriam pensar mais sobre em Jesus. Surpreendentemente, apresentaram opiniões positivas, incentivando seus compatriotas judeus a aprenderem sobre Jesus, entendê-lo e proclamá-lo como um igual”.

O evangelista Sid Roth, que apresenta o programa de TV com visão messiânica “É Sobrenatural!”, é um judeu messiânico. Ou seja, que acredita em Jesus como o Messias. Ele diz que o diálogo com os demais judeus sobre o assunto já mudou muito e estão longe os dias em que a comunidade não queria nem falar sobre Jesus.

A conclusão é que “eles o veem, na melhor das hipóteses, como um grande profeta ou um grande rabino”, diz Roth. “Eles negam sua divindade. Negam que ele é o Messias. Negam que ele morreu e ressuscitou dos mortos. Eles ainda não entendem as coisas direito. Entretanto, com certeza está muito melhor do que costumava ser”.

O evangelista afirma que, ao longo da história, “os judeus que não aceitaram Jesus como Messias encontraram-se na posição desconfortável e muitas vezes perigosa, de serem responsabilizados por sua morte. Em parte, a culpa é da teologia cristã padrão, a qual defende que o judaísmo foi substituído pelo cristianismo e, por isso, a aliança judaica com o divino não é mais válida desde a encarnação de Deus como Jesus e seu posterior sacrifício na cruz. Os judeus, por sua vez, sempre tentaram ignorar Jesus. Mas isso está mudando agora”.

Em seu livro “They Thought For Themselves” [Eles pensaram por si mesmos], Roth diz que Jesus é o Messias judeu e a única maneira como um judeu pode estar correto diante de Deus. Ele também recorda aos cristãos que existe um mandato para que todos compartilhem essa mensagem.

Ele lamenta “o cristão que abraça um amigo judeu, porque eles têm um laço comum de amor à nação de Israel, mas não ama esse pessoa o suficiente para arriscar falar-lhe sobre Jesus e possibilite que esse judeu possa ir para o mesmo céu que o cristão está indo”.

“Quando o templo judeu foi destruído, no ano 70, nós, os judeus, só tínhamos duas possibilidades para sermos justos diante de Deus: Ou acreditamos que Jesus é o nosso Messias, ou inventamos uma nova religião”, conclui Roth.

Roth iniciou seu programa de televisão em 1996, mostrando pessoas que experimentaram curas e milagres extraordinários, e tiveram um encontro pessoal com Deus. No final de cada programa, ele diz aos telespectadores como podem ter de fato um relacionamento íntimo com o Deus vivo, pela fé em Jesus

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 23 de abril de 2012

SEMINÁRIO DE CAPACITAÇÃO-Josh MCDowell no Brasil-28 de Abril de 2012

Josh McDowell estará ministrando no dia 28-04-2012
Curso para capacitação para Líderes de Jovens
Tema: "Amor, Sexo e Relacionamento"

Desde o início de seu ministério, Josh McDowell já proferiu mais de 24 mil palestras, a mais de 10 milhões de jovens em mais de 118 países. É autor ou co-autor de mais de 112 livros que já venderam 51 milhões de cópias em todo o mundo. Estes incluem Evidências da Ressurreição e A Verdade Nua e Crua ambos da CPAD. Josh continua a viajar pelos Estados Unidos e ao redor do mundo ajudando jovens e adultos a fortalecer a fé e entendimento das Escrituras. Ele e sua esposa, Dottie, estão casados há mais de 40 anos, e têm 4 filhos e 2 netos.

LOCAL:

Local: Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Belenzinho
Rua Conselheiro Cotegipe, 273 - Belém
São Paulo / SP

INFORMAÇÕES: http://www.cpad.com.br/hotsites/josh/

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Escândalos de pedofilia já custaram 2,5 bilhões de dólares à igreja católica dos EUA

Hélio Pariz
A Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (United States Conference of Catholic Bishops – USCCB) divulgou um relatório no último dia 10 de abril para fazer uma espécie de “inventário” de quanto está custando aos cofres paroquiais os escândalos provocados por sacerdotes pedófilos no país.

Somente no ano de 2011, os casos de pedofilia envolvendo padres custaram às dioceses norteamericanas a soma exata de 108.679.706 dólares, sendo distribuídos da seguinte maneira:

  • 46,3% (50,4 milhões) foram destinados a acordos
  • 5,6% (6,1 milhões) gastos em terapia para as vítimas de abuso
  • 33,7% (36,7 milhões) pagos em honorários advocatícios
  • 9,1% (9,9 milhões) alocados ao suporte para os abusadores
  • 5,1% (5,6 milhões) em despesas diversas
Em relação aos valores despendidos no ano anterior, houve uma sangria de 35.372.010 dólares nos cofres católicos americanos em 2011, levando o total contabilizado desde 2004 à astronômica soma de 2.488.405.755 dólares (no popular, cerca de 2 bilhões e meio) gastos pela igreja católica dos EUA com todos os processos e atividades (judiciais ou não) que envolvem parte do seu clero em escândalos de pedofilia.

Quanto às denúncias propriamente ditas, no ano passado 21 menores de idade alegaram que foram abusados sexualmente por um padre ou diácono. O relatório conclui que 7 dessas denúncias foram consideradas verdadeiras, 3 falsas, 5 foram rebaixadas para “violações limítrofes” (seja lá o que isso signifique) e outras 3 ainda estão sob investigação.

Por outro lado, 683 adultos alegaram que foram abusados sexualmente por sacerdotes no passado. As denúncias envolviam 551 padres e 7 diáconos, sendo que 253 já estavam mortos, 58 haviam abandonado a batina, 184 estavam afastados do ministério e 281 (vivos ou mortos) já tinham sido citados em denúncias anteriores.

Quanto às vítimas, 82% das que alegaram ter sido abusadas eram do sexo masculino, embora 11 das que ainda são menores de idade sejam do sexo feminino. 68% dos abusos denunciados ocorreram ou começaram entre 1960 e 1984.

Metade das vítimas tinha entre 10 e 14 anos de idade quando os abusos começaram. 16% delas tinham entre 15 e 17 anos e outros 16% eram menores de 10 anos de idade. 19% não souberam precisar a idade que tinham quando começaram a sofrer os abusos.

O pior período de abusos apontado pelas vítimas ocorreu entre os anos de 1975 e 1979. As denúncias falsas ou inconclusivas variaram entre 11% e 17% em cada um dos últimos 6 anos.

O relatório (bastante amplo e detalhado) pode ser acessado em .pdf na página da USCCB e um breve resumo pode ser lido no sítio da Catholic Culture.
Apesar da gravidade dos dados revelados, não deixa de ser digna de nota a transparência que a USCCB está tendo no tratamento das informações fornecidas. Seria ótimo se sua colega brasileira – a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) seguisse o mesmo caminho.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Ecumenismo religioso: uma armadilha de Satanás



Pe. Marcelo Rossi,Regis Danese,Xuxa,Damares,Pe Fabio de Melo

Ecumenismo religioso: uma armadilha do Diabo
Houve um tempo em que o ecumenismo religioso era considerado um grande perigo para as igrejas cristãs. Pastores verberavam contra ele. E qualquer comunhão ecumênica entre evangélicos, católicos romanos e espíritas era inimaginável. Mas os tempos mudaram. Hoje, o relacionamento entre padres galãs e celebridades gospel é tão bom que estas até fornecem suas composições àqueles. Certa cantora gospel, inclusive, fez uma canção dedicada a Maria. Juntos, romanistas e evangélicos participam de shows ecumênicos e programas de auditório. “O que nos une é muito maior do que o que nos divide”, argumentam.

O ecumenismo — gr. oikoumenikós, “aberto para o mundo inteiro” — prega a tolerância à diversidade religiosa e a oposição a quem defende uma verdade exclusiva. Trata-se de uma armadilha de Satanás, com o objetivo de calar os pregadores da Palavra de Deus. Ele se baseia no princípio “democrático” de que cada pessoa possui a sua verdade. Mas o Senhor asseverou que não existe unidade motivada pelo amor divorciada da verdade da Palavra: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14.15-24).
Causa estranheza o fato de uma parte do evangelicalismo moderno considerar o ecumenismo religioso biblicamente aceitável. Já ouço pastores dizendo: “A doutrina bíblica divide. É o amor que nos une. A igreja deve ser inclusiva”. A despeito de o Senhor Jesus ter afirmado: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6), está crescendo no meio evangélico a simpatia pelo movimento ecumênico. Nos Estados Unidos, pastores renomados deixaram de falar de Jesus com clareza. Pregam sobre Deus de maneira generalizante, a fim de não ofenderem romanistas, muçulmanos, budistas etc. E, no Brasil, alguns acontecimentos têm preocupado aqueles que ainda preservam a sã doutrina.
Recentemente, um conhecido pastor realizou — dentro de um templo evangélico! — um culto ecumênico juntamente com a liderança da Igreja da Unificação, do “reverendo” coreano Sun Myung Moon. “Qual é o problema de um pastor de renome ter amizade com o líder de uma seita? Afinal, todos devem se unir pela paz mundial”, alguém poderá dizer. Não devemos, de fato, odiar o “reverendo” Moon. Mas, como ter comunhão com alguém que, de modo blasfemo, desdenha do sangue derramado pelo Cordeiro de Deus, considerando-o insuficiente para nos purificar de todo o pecado? Moon também se considera um novo Messias que precisou vir ao mundo para concluir a obra que o Senhor não conseguiu realizar. Que blasfêmia! A Palavra de Deus não aprova esse tipo de aliança (2Co 6.14-18).
Outro exemplo de ecumenismo religioso é o envolvimento de pastores com o unicismo, uma seita que diz ter a “voz da verdade” e vem tendo livre acesso, através de suas celebridades, às igrejas evangélicas. O pentecostalismo da unicidade é herético, visto que se opõe à doutrina da Trindade, a base das principais doutrinas cristãs. Quem se opõe à tripessoalidade divina (confundindo-a com o triteísmo) nega não apenas a teologia, mas também a própria Bíblia (Gn 1.26 e Jo 14.23), o cristianismo (Mt 28.19 e 2Co 13.13), a deidade do Espírito Santo (Jo 14.16-17 e 16.7-10), a clara distinção entre o Pai e o Filho (Jo 5.19-47 e 14.1-16) e o plano da redenção da humanidade (Jo 3.16 e 17.4-5). Atentemos para a verdadeira voz da verdade, a do Bom Pastor: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz” (Jo 10.17).
Pastores e cantores, por falta de vigilância ou movidos por interesses pessoais, estão se prendendo a jugos desiguais com os infiéis, deixando-se enganar pelo ecumenismo religioso. A maior emissora de televisão do Brasil — que sempre estereotipou e ridicularizou os evangélicos — descobriu que nem todos os cristãos são “extremistas” e “fanáticos”. Há um grupo de celebridades gospel que não tem coragem de dizer clara e objetivamente que o Senhor Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5 e At 4.12).
Em um programa dominical, certa “pastora” resolveu tripudiar sobre os seus “inimigos”, rodopiando com baianas e cantando com sambistas no ritmo das religiões afro-brasileiras. Enquanto ela dançava, a apresentadora, seus convidados e a plateia riam sem parar, numa grande celebração. Que tipo de evangelho “agradável” e “inclusivo” é esse? Lembrei-me imediatamente do que o Senhor Jesus disse, em Mateus 5.11-12: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas por minha causa”.
Há poucos dias, uma conhecida cantora gospel admitiu, de modo tácito, que o sincretismo religioso é aceitável. Ao concordar com a seguinte frase, dita por um famoso apresentador: “O Caldeirão é uma mistura de religiões”, ela respondeu: “Tem espaço pra todo mundo”. E o pior: depois, escreveu nas redes sociais que se sentiu como Paulo no Areópago... Ora, esse apóstolo não pregou a convivência ecumênica nem apresentou uma mensagem que os atenienses queriam ouvir. Ele disse o que todos precisavam ouvir. Ao chegar a Atenas, “o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria” (At 17.16). Já a aludida celebridade, deslumbrada, estava sorridente e saltitante.
Tenho visto muitos incautos felizes pelo fato de celebridades gospel estarem aparecendo na televisão. Mas não nos iludamos, pois a porta não foi aberta para o Evangelho. O que existe, na verdade, é um projeto ecumênico em andamento, o qual visa a enfraquecer a pregação de que o Senhor Jesus é o único Salvador. Tais celebridades — certamente, orientadas a não falar claramente da salvação em Cristo — têm empregado bordões antropocêntricos, que massageiam o ego das pessoas. Elas não têm a coragem de confrontar o pecado. E apresentam um evangelho light, agradável, apaziguador, simpático, suave, aberto ao ecumenismo.
O que está escrito em 1Coríntios 16.9? “Porque uma porta grande e eficaz se me abriu, e há muitos adversários”. Quando Deus verdadeiramente abre-nos a porta da pregação do Evangelho, como a abriu para o apóstolo Paulo, os adversários — Satanás, os demônios e todos os seus emissários — se voltam contra nós. Mas a mídia está aplaudindo de pé esse “outro evangelho” aberto à convivência ecumênica. Preguemos, pois, como Paulo, nesse mundo, que é um grande caldeirão religioso: “Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30).


Pr.Ciro Sanches Zibordi (Mensageiro da Paz - Março 2012)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

PASTOR YOUSEF NADARKHANI ESCREVE CARTA A CRISTÃOS DO MUNDO INTEIRO

PORTAS ABERTAS

Pastor Yousef Nadarkhani corre o risco de ser executado por apostasia no Irã. Ele escreveu esta carta na prisão em janeiro de 2011, poucos meses depois de receber o veredicto por escrito confirmando sua sentença de morte. O pastor permanece preso em Rasht, sob a ameaça de uma execução que pode acontecer a qualquer momento
Leia abaixo as palavras de perseverança do pastor e lembre-se de interceder por ele.
"Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo”.

Portanto, tambem nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos foi proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. Hebreus 12:1-2.
Quando alguém compreende a revelação da verdade, essa pessoa estará disposta a compartilhá-la com outras pessoas e com as gerações futuras. Somos gratos às pessoas que, no passado, lutaram pela Verdade, que nos permitem ter acesso a esta gloriosa revelação de Jesus Cristo. Esses crentes entenderam a riqueza e a beleza da revelação, e estavam prontos para lutar a fim de passar adiante o fruto da revelação.
Como podemos dar frutos semelhantes para a vida eterna? Depende das escolhas que fizermos. Primeiro temos que fechar os ouvidos para a voz das trevas, como está escrito no salmo primeiro: Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Salmo 1:1.
A segunda coisa é abrir os nossos ouvidos à voz do Espírito falando através da Palavra de Deus, como está escrito: Mas o seu prazer está na lei do SENHOR, e na Sua lei medita de dia e de noite. Salmo 1:2.
O fruto da comunhão com o Senhor através da Sua Palavra Vivificante é o que garante a estabilidade nesta vida e impacta a vida de outros gerando frutos eternos, como dizem as Escrituras: E ele será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, que dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. Salmo 01:03.
"Um passo de fé"
Muitas pessoas admiram Jesus como um modelo único a ser seguido por gerações, muitos gostariam de imitá-lo. Jesus não veio para ser apenas admirado, mas nos trouxe um modelo perfeito a ser seguido. Se queremos ser como Ele, precisamos dar um passo de fé, como Pedro. Quando Pedro viu o seu Senhor andando sobre o mar furioso, ele pediu para ir ao encontro de Jesus sobre as águas. Então Jesus disse: "Vem!".
Todos quanto escolheram seguir o Senhor, de alguma forma ouviram antes uma ordem D’ele, dizendo: "Vem!" Uma ordem que implica um passo de fé. Como é evidente nas Escrituras, aquilo que somos capazes de ver não é fé. A fé é bíblicamente definida como: "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem." 
Temos que dar um passo de fé "apesar das dificuldades" ", a fim de experimentar o poder de Deus. Mas precisamos lembrar que tudo deve ser feito de acordo com a Palavra de Deus. Pedro não experimentou a possibilidade de andar sobre as águas porque ele simplesmente decidiu abandonar o barco, mas por causa da Palavra, da Ordem do Senhor. A Palavra de Deus nos diz que "deveremos passar por dificuldades" e desonra por causa do Seu Nome. A nossa fé não será genuina se ignorarmos estas palavras, se não manifestarmos a paciência do Senhor em nossos sofrimentos. Qualquer um que ignora-las será envergonhado naquele dia.
É bom lembrar que muitas vezes o passo de fé nos coloca diante de algumas dificuldades. Assim como a Palavra levou os filhos de Israel a sair do Egito e os colocou diante de um obstaculo chamado Mar Vermelho. Essas  dificuldade se colocam entre as promessas de Deus e cumprimento delas e servem para desafiar e fortalecer a nossa fé. Os crentes devem aceitar esses desafios como uma parte de sua caminhada espiritual. O Filho foi desafiado no Calvário, no caminho mais difícil, como está escrito nas Escrituras: "Durante os dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em voz e com lágrimas, Àquele que O podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da Sua reverente submissão; Embora sendo Filho, Ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu ". Hebreus 5:7-8.
O clamor "Eli, Eli, lamá sabactâni?" É suficiente para expressar os sofrimentos de nosso Senhor no Calvário. Por trás desse pedido de socorro, podemos identificar a grande fé que O levou a aceitar a vontade do Pai. Sim, Ele sabia que Deus não permitiria que "seu Santo sofresse decomposição”, e que, em três dias, ele ressuscitaria  dentre os mortos. Além do poder da morte, o Senhor enxergou o poder da ressurreição vitoriosa.
Eu não preciso escrever mais nada sobre a base da fé. Lembremo-nos que indenpendente de momentos bons ou ruins, apenas três coisas permanecem: a Fé, a Esperança e o Amor. É importante para os cristãos se certificarem que tipo de fé, esperança e amor permanecerão. Somente o que recebemos de acordo com a Palavra permanecerá para sempre. Eu quero encoraja-lo a viver de forma digna do chamado da Santa Palavra. Permitam irmãos, vocês que são herdeiros da glória de Cristo, serem exemplos para outros, a fim de ser um testemunho do poder de Cristo para o mundo.
Peço-lhes que vivam segundo a Palavra de Deus, a fim de rejeitar as ações das trevas que geram dúvidas em seus corações. A verdadeira vitória que elimina as dúvidas, vem pelo ouvir a Palavra de Deus com fé. 
Somente uma igreja baseada nos ensinamentos de nosso Senhor Jesus Cristo subexistirá, longe do auxilio e da proteção da Palavra de Deus o devorador a destruirá. 
“Vamos dar um Testemunho Santo. "
Seu irmão em Cristo,

Youcef Nadarkhani

segunda-feira, 2 de abril de 2012

TODA HONRA...TODA GLÓRIA...SEJA DADA AO NOSSO DEUS QUE SE FEZ PRESENTE NESSE NOSSO ANIVERSÁRIO...BREVE MAIS IMAGENS E VIDEOS...

 Natanael Oliveira - Lider Da Mocidade Jardim Planalto 1 (Geração Eleita)
Mirian Martins-Coordenadora de Eventos
Pr. Esequiel Selari-Preletor do Sábado dia 31/03/2012

Abner da Silva-Lider da Mocidade de Vila Formosa (Sede) Setor 114
Nosso Pastor Setorial José Felipe da Silva
Pr. Edson-Preletor do Domingo 01/04/2012
Pr. Edimilson Vieira- Sede Parque São Lucas






Mocidade de Vila Formosa- Setor 114

TODA HONRA...TODA GLÓRIA...SEJA DADA AO NOSSO DEUS QUE SE FEZ PRESENTE NESSE NOSSO ANIVERSÁRIO...BREVE MAIS IMAGENS E VIDEOS...




 Nosso Pastor Setorial José Felipe da Silva

 Participação Assembléia de Deus Vila Formosa Sede setor 114
Junto com seu Lider Abner da Silva