MINIST. DO BELÉM-SETOR 17- Rua Gargaú,101-Jardim Planalto-São Paulo-SP
quarta-feira, 23 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Pr. José Satírio dos Santos no Parque São Lucas!!!
O missionário Pr.José Satírio dos Santos estará em nossa sede amanha dia 22/05/2012,às 19:00 hs.
Assembléia de Deus -Minist. do Belém-Setor 17
Parque São Lucas (Pr. José Felipe da Silva-Pastor Setorial )
Assembléia de Deus -Minist. do Belém-Setor 17
Parque São Lucas (Pr. José Felipe da Silva-Pastor Setorial )
Rua José Raimundo Dias,299-Parque São Lucas-São Paulo-SP
Ele instalou-se em Cúcuta, como o Senhor havia lhe mostrado e lançou-se à obra naquela região. A semente que foi plantada germinou e hoje os frutos falam por si. Pastor José Satírio lidera um dos maiores empreendimentos missionários da América Latina, o Centro Cristiano.
Outras cidades colombianas foram alcançadas pelo trabalho do ousado missionário. São aproximadamente 45 mil membros espalhados entre a sede, congregações e igrejas filiadas; o projeto também abrange o serviço social através de escolas de Primeiro e Segundo graus, como também emissoras de rádio e uma atuação intensa do pastor José Satírio como conferencista que se propaga por toda a América Latina.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Há um ano, morriam: Osama bin Laden e David Wilkerson
Osama bin Laden está mesmo morto
? Para quem gosta de teorias da conspiração, a notícia de sua morte, divulgada há um ano, é mais uma farsa dos Estados Unidos. Como não sou adepto do conpiracionismo, nem do anti-americanismo, tampouco da escatologia aterrorizante, acredito no pronunciamento do presidente norte-americano.Estou convicto de que Bin Laden, o autor do maior atentado terrorista de todos os tempos, está morto. Essa notícia trouxe um pouco de conforto às pessoas que perderam familiares em 11 de setembro de 2001. Mas, o que isso significou para o mundo? Acredito que esse acontecimento enfraqueceu ainda mais o já fragilizado grupo terrorista Al-Qaeda. E, nesse caso, representou, aparentemente, uma grande vitória contra o terrorismo.
No fim de abril do ano passado, partiu para a eternidade, também, o renomado pregador David Wilkerson. Irmão Dave, como gostava de ser chamado, era o pastor da Times Square Church, igreja próxima ao World Trade Center, em Nova York, Estados Unidos. Ele profetizou sobre a destruição das Torres Gêmeas.
Deus está no controle de todas as coisas, é evidente. Se Ele quisesse, podia ter impedido o acidente automobilístico que vitimou Wilkerson, no Texas. Mas fiquei me perguntando: Será que a simplicidade e a humildade daquele homem de Deus o impediram de ter um motorista particular para viagens longas? Afinal, por mais que ele gostasse de dirigir, uma pessoa com 79 anos não possui reflexos tão rápidos para dirigir em uma auto-estrada.
Por outro lado, como o irmão Dave era um verdadeiro patrimônio da igreja evangélica mundial, especialmente dos Estados Unidos, também me perguntei: Não teria havido falta de cuidado por parte da igreja estadunidense?
A morte de Wilkerson me levou a refletir muito sobre o cuidado que devemos ter com os nossos decanos. Será que estamos valorizando os nossos profetas e mestres? Penso, por exemplo, em homens como Antonio Gilberto e Russel Shedd. Esses eruditos piedosos — verdadeiros patrimônios da igreja brasileira — precisam de atenção especial e muito respeito. Não devem ser expostos negativamente ou submetidos a riscos desnecessários, como dirigir o próprio veículo durante horas em uma auto-estrada ou palestrar o dia inteiro, sem nenhum descanso.
Duas mortes, duas oportunidades, dois destinos. A morte de Wilkerson dá-nos a oportunidade de refletir ainda mais sobre as pregações, os escritos e a vida desse profeta de Deus. A de Bin Laden dá ao mundo a oportunidade de avançar um pouco mais rumo à tão esperada e utópica paz mundial. Mas, onde está a alma do piedoso pregador David Wilkerson? Tenho certeza de que ela está no Paraíso. Quanto à do cruel terrorista Bin Laden, não posso dizer o mesmo...
Ciro Sanches Zibordi
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
FUNK GOSPEL???- "Passinho Abençoado?"
Caro leitor, o que pregadores e ensinadores tementes a Deus e fiéis à sua Palavra, como David Wilkerson, diriam sobre o funk gospel e o “passinho do abençoado”?
Peço-lhe que assista ao vídeo abaixo, leia o artigo subsequente e depois comente sobre o assunto.
Peço-lhe que assista ao vídeo abaixo, leia o artigo subsequente e depois comente sobre o assunto.
Na sua obra Toca a Trombeta em Sião, publicada em inglês, em 1985 — e lançada no Brasil pela CPAD em 1988 —, David Wilkerson afirmou: “Fiquei extremamente chocado quando recentemente abri uma revista evangélica e vi foto de um grupo de rock ‘pesado’, dizendo-se evangélico. Estavam vestidos com o mesmo traje sadomasoquista que eu vira antes enquanto testemunhava de Cristo nas ruas de São Francisco da Califórnia” (p.93).
Wilkerson partiu para a eternidade há um ano, mas a sua mensagem profética ficou registrada: “Onde está a trombeta em Sião, que não toca? Onde está nossa reação? Onde estão os profetas do Senhor que não bradam bem alto: “Chega! A Casa do Senhor não é lugar de música do Diabo!” (p.94).
Como um verdadeiro profeta, Wilkerson verbera contra a covardia dos ministros do nosso tempo: “Que tipo de ministério covarde temos em nossas igrejas de hoje, que tolera e até aplaude um tipo de música que faz os anjos se envergonharem? [...] A música mundana que hoje penetrou na casa de Deus causa repulsa no Céu [...]: ‘Como podem pessoas que invocam o santo nome de Cristo apanhar coisas do altar pessoal de Satanás e trazê-las à presença de Deus, lançando-as no seu altar?’ [...] Quem são esses roqueiros e inovadores dentro da casa de Deus? São profanadores do santo altar do Senhor!” (p.95).
Wilkerson condena também a falta de discernimento por parte dos líderes e do povo evangélico, em geral: “O que está acontecendo agora é que pastores e suas igrejas aceitam sem exame, nem discussão, música profana no culto. A voz que se ouve é ‘Não julguemos mal’, e isso Satanás usa para ocultar todo tipo de males que tal música traz. [...] E é exatamente isto que estes inovadores da música estão fazendo na igreja; destruindo a santidade, zombando da pureza e da separação do mundo” (pp.96-97).
Sem medo, Wilkerson reafirma que a música mundana na igreja é obra do Maligno e verbera contra pais e líderes cristãos por sua conivência: “Satanás está por trás deste tipo de ‘louvor’ que ele quer que lhe seja prestado. Ele irá até os extremos para corromper o verdadeiro louvor ao Senhor. O inimigo está levando vantagem em sufocar o real louvor em espírito e em verdade. [...] É chocante eu ouvir pais e pastores dizendo-me: ‘não julgue desta maneira’. Eles deviam obedecer à Palavra de Deus e julgar segundo a reta justiça, para não perderem seus filhos ante as seduções do mundo” (pp.98-100).
Muitos dizem que a música, seja qual for o estilo adotado, é neutra e que podemos usar todo e qualquer ritmo para o louvor a Deus. Veja a resposta do aludido profeta a esse falacioso pensamento: “Uma das razões por que o Espírito de Deus retirou-se do ‘Movimento de Jesus’ surgido na década passada [década de 1970] foi que eles se recusaram a largar o tipo de música anticristã que executavam. Eles deixaram as drogas, álcool, prostituição, e até seu modo estranho de vida. Mas não quiseram abandonar o rock. [...] O Espírito de Deus conhece todo mal que há no rock, e Ele nos faz sentir sua tristeza por isso. Os que adoram a Cristo em espírito e em verdade sabem discernir rapidamente o que é o rock” (pp.100-101).
David Wilkerson faz menção também dos repertórios dos cantores pretensamente evangélicos: “Os roqueiros que se dizem evangélicos costumam ter em suas apresentações e LPs um ou dois hinos realmente sacros, mas o restante é a violenta, selvagem e louca música rock. Significa que se eles quisessem, podiam fazer a coisa certa e agradável ao Senhor. Certos roqueiros chegam a me dizer: ‘Eu mesmo não gosto do rock, mas a juventude gosta, então eu toco rock para atraí-los’” (p.107).
Agora, uma parte bastante antipática — mas verdadeira — da profecia de Wilkerson em relação aos apreciadores de show gospel: “Esse tipo de música copiada do mundo não motiva ninguém a dobrar os joelhos e orar, nem mesmo impulsiona os crentes a curvarem suas cabeças em adoração a Deus. A única coisa que essa música faz é levar o auditório a demonstrações carnais de sacudir o corpo, de bamboleios, de dança, que nada têm de espiritualidade. [...] Deus está dizendo a esta geração que canta e toca música mundana na igreja: ‘Rejeitais a música de teus pais que adoravam a Deus com toda pureza. Quereis ver os milagres do livro de Atos, mas não quereis a pureza dos vossos pais na fé. Rejeitais a música originada pelo Espírito e abraçais a música que pertence ao mundo’” (p.108-110).
O profeta de Deus geralmente condena o erro e prevê o que acontecerá, caso não haja arrependimento. Veja o que disse Wilkerson, há mais de 25 anos: “Tal música tornar-se-á cada vez mais selvagem, seus festivais de música cada vez mais tenebrosos. Somente crentes desviados, mornos e de nome, frequentarão tais reuniões. Caso o leitor não mais creia em nada do que estou profetizando, creia nisto que vou dizer agora: ‘Deus vai fazer uma operação de limpeza na sua casa quanto à música!’” (p.116).
Wilkerson mostra novamente as características da música mundana e, em seguida, conclui: “Já constatei, sem exceção, que todo crente de vida espiritual profunda com Deus e que vive adorando a Deus em espírito e em verdade leva também muito tempo em oração individual. Esse tipo de crente não aceita música frívola, barulhenta ao extremo, acelerada, dissonante. [...] A música mundana na igreja morreria numa semana se cada músico e cantor se humilhasse diante do Senhor e tivesse uma visão do que é a santidade de Deus” (pp.117-118).
Diante do exposto, o que David Wilkerson diria, hoje, a respeito do “passinho do abençoado”, do funk gospel e de outras aberrações do nosso tempo?
Ciro Sanches Zibordi
Wilkerson partiu para a eternidade há um ano, mas a sua mensagem profética ficou registrada: “Onde está a trombeta em Sião, que não toca? Onde está nossa reação? Onde estão os profetas do Senhor que não bradam bem alto: “Chega! A Casa do Senhor não é lugar de música do Diabo!” (p.94).
Como um verdadeiro profeta, Wilkerson verbera contra a covardia dos ministros do nosso tempo: “Que tipo de ministério covarde temos em nossas igrejas de hoje, que tolera e até aplaude um tipo de música que faz os anjos se envergonharem? [...] A música mundana que hoje penetrou na casa de Deus causa repulsa no Céu [...]: ‘Como podem pessoas que invocam o santo nome de Cristo apanhar coisas do altar pessoal de Satanás e trazê-las à presença de Deus, lançando-as no seu altar?’ [...] Quem são esses roqueiros e inovadores dentro da casa de Deus? São profanadores do santo altar do Senhor!” (p.95).
Wilkerson condena também a falta de discernimento por parte dos líderes e do povo evangélico, em geral: “O que está acontecendo agora é que pastores e suas igrejas aceitam sem exame, nem discussão, música profana no culto. A voz que se ouve é ‘Não julguemos mal’, e isso Satanás usa para ocultar todo tipo de males que tal música traz. [...] E é exatamente isto que estes inovadores da música estão fazendo na igreja; destruindo a santidade, zombando da pureza e da separação do mundo” (pp.96-97).
Sem medo, Wilkerson reafirma que a música mundana na igreja é obra do Maligno e verbera contra pais e líderes cristãos por sua conivência: “Satanás está por trás deste tipo de ‘louvor’ que ele quer que lhe seja prestado. Ele irá até os extremos para corromper o verdadeiro louvor ao Senhor. O inimigo está levando vantagem em sufocar o real louvor em espírito e em verdade. [...] É chocante eu ouvir pais e pastores dizendo-me: ‘não julgue desta maneira’. Eles deviam obedecer à Palavra de Deus e julgar segundo a reta justiça, para não perderem seus filhos ante as seduções do mundo” (pp.98-100).
Muitos dizem que a música, seja qual for o estilo adotado, é neutra e que podemos usar todo e qualquer ritmo para o louvor a Deus. Veja a resposta do aludido profeta a esse falacioso pensamento: “Uma das razões por que o Espírito de Deus retirou-se do ‘Movimento de Jesus’ surgido na década passada [década de 1970] foi que eles se recusaram a largar o tipo de música anticristã que executavam. Eles deixaram as drogas, álcool, prostituição, e até seu modo estranho de vida. Mas não quiseram abandonar o rock. [...] O Espírito de Deus conhece todo mal que há no rock, e Ele nos faz sentir sua tristeza por isso. Os que adoram a Cristo em espírito e em verdade sabem discernir rapidamente o que é o rock” (pp.100-101).
David Wilkerson faz menção também dos repertórios dos cantores pretensamente evangélicos: “Os roqueiros que se dizem evangélicos costumam ter em suas apresentações e LPs um ou dois hinos realmente sacros, mas o restante é a violenta, selvagem e louca música rock. Significa que se eles quisessem, podiam fazer a coisa certa e agradável ao Senhor. Certos roqueiros chegam a me dizer: ‘Eu mesmo não gosto do rock, mas a juventude gosta, então eu toco rock para atraí-los’” (p.107).
Agora, uma parte bastante antipática — mas verdadeira — da profecia de Wilkerson em relação aos apreciadores de show gospel: “Esse tipo de música copiada do mundo não motiva ninguém a dobrar os joelhos e orar, nem mesmo impulsiona os crentes a curvarem suas cabeças em adoração a Deus. A única coisa que essa música faz é levar o auditório a demonstrações carnais de sacudir o corpo, de bamboleios, de dança, que nada têm de espiritualidade. [...] Deus está dizendo a esta geração que canta e toca música mundana na igreja: ‘Rejeitais a música de teus pais que adoravam a Deus com toda pureza. Quereis ver os milagres do livro de Atos, mas não quereis a pureza dos vossos pais na fé. Rejeitais a música originada pelo Espírito e abraçais a música que pertence ao mundo’” (p.108-110).
O profeta de Deus geralmente condena o erro e prevê o que acontecerá, caso não haja arrependimento. Veja o que disse Wilkerson, há mais de 25 anos: “Tal música tornar-se-á cada vez mais selvagem, seus festivais de música cada vez mais tenebrosos. Somente crentes desviados, mornos e de nome, frequentarão tais reuniões. Caso o leitor não mais creia em nada do que estou profetizando, creia nisto que vou dizer agora: ‘Deus vai fazer uma operação de limpeza na sua casa quanto à música!’” (p.116).
Wilkerson mostra novamente as características da música mundana e, em seguida, conclui: “Já constatei, sem exceção, que todo crente de vida espiritual profunda com Deus e que vive adorando a Deus em espírito e em verdade leva também muito tempo em oração individual. Esse tipo de crente não aceita música frívola, barulhenta ao extremo, acelerada, dissonante. [...] A música mundana na igreja morreria numa semana se cada músico e cantor se humilhasse diante do Senhor e tivesse uma visão do que é a santidade de Deus” (pp.117-118).
Diante do exposto, o que David Wilkerson diria, hoje, a respeito do “passinho do abençoado”, do funk gospel e de outras aberrações do nosso tempo?
Ciro Sanches Zibordi
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