Falso Profeta - José Luiz de Jesus Miranda
A vida de José Luiz de Jesus Miranda é recheada de mentiras e contradições. Chega a afirmar que o Apostolo João se enganou a interpretar que o numero da besta e o 666.Para ele o 666 é o número do homem o número do "jesus cristo homem" Portanto seu número.E seu seguidores tatuam esse número em seus corpos.Seus discípulos tentam ao máximo que podem esconder tais contradições, alegando que seu líder não tinha convicção (à época) de sua verdadeira vocação. Mesmo diante das negações, existem documentos que provam que Miranda jamais poderia ser Jesus (pelo menos não o do Novo Testamento).
Em 1973, segundo exposto no texto acima, Miranda teria recebido a “revelação” segundo a qual ele seria a reencarnação de Jesus e que deveria combater os inimigos de Deus. Passados apenas 15 anos (isso em 1998), ele se levantou contra a "revelação" anterior e passou a se apresentar como a "reencarnação" do apóstolo Paulo. Isso mostra quão confuso e distante estava Miranda do verdadeiro Evangelho. Se ele era mesmo Jesus, por que tanta confusão quanto a sua identidade? Pelo o que sabemos dos evangelhos, Jesus jamais se confundiu no que dizia respeito a sua relação com o Pai e missão no mundo. Miranda parece ser um "cristo" confuso, porque ora se identifica com Jesus, ora com Paulo.
Insatisfeito com sua condição de apóstolo "reencarnado", mais uma vez José Miranda se apresentou a igreja em Miami como o Cristo ressurreto. Isso é uma espinha na garganta dos seguidores, que para fugir da verdade argumentam que Miranda jamais disse ser Jesus. Isso vai contra o que o próprio Miranda anuncia aos quatro cantos da terra, em entrevistas e teleconferências. Prova disso é que nem mesmo a sua família ficou ao seu lado. Segundo testemunhou posteriormente, seu esposo mentiu ao se revelar como Jesus, e que o interesse por trás era o dinheiro que ele poderia arrancar dos fieis.
Mesmo diante das inúmeras críticas e denúncias publicadas em jornais dos EUA e Porto Rico, José Luiz Miranda prosseguiu em sua afirmação e foi mais além: em 2007, durante um culto na sede em Miami, tirou o casaco e surpreendeu a todos ao mostrar tatuado em seu antebraço o número 666. Foi a gota d'água para que pipocassem inúmeras outras denúncias e deserções. Muitos crentes, perplexos com a nova revelação do seu líder, abandonaram a igreja e passaram a fazer franca oposição a ele. Jornais, programas humorísticos, canais abertos e privados, exploraram o assunto por semanas. Virou o tema do momento. Mas era só o começo de uma série de irregularidades que viriam a público nos EUA e países latinos
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